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Vírus letal

Bahia tem dois casos de Mpox confirmados em 2026

Registros foram feitos em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, e em Salvador, com uma pessoa de Osasco (SP); mais dois casos são investigados

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Redação iBahia

20/02/2026 às 9:43 - há XX semanas
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Duas pessoas foram diagnosticadas com Mpox na Bahia entre janeiro e a última quinta-feira (19). As informações foram divulgadas pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab).


					Bahia tem dois casos de Mpox confirmados em 2026
Imagem de microscópio eletrônico mostra partículas do vírus da mpox, em laranja, encontradas dentro de células infectadas, em verde. Foto: Reprodução/NIAD

Um dos casos foi registrado em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. A paciente é uma mulher que não reside no município, mas foi atendida no Hospital Geral (HGVC). Segundo a prefeitura, ela está em isolamento e apresenta boa resposta ao tratamento.

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O outro paciente teve a infecção confirmada após procurar atendimento em uma unidade de saúde de Salvador. Ele é natural de Osasco (SP).

Além das duas confirmações, outros dois casos seguem em investigação pela Sesab, enquanto três foram descartados após a realização de exames. Nenhum dos registros ocorreu durante o Carnaval.

O que é Mpox


					Bahia tem dois casos de Mpox confirmados em 2026
Foto: Reprodução/NIAD

A Mpox é uma doença provocada por um vírus da mesma família da antiga varíola. A transmissão ocorre principalmente por meio do contato direto com a pele de uma pessoa infectada, sobretudo quando há lesões.

A infecção também pode acontecer pelo contato com secreções ou pelo compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas e roupas.

Os principais sintomas da doença são:

  • febre;
  • dores de cabeça e musculares;
  • sensação de fraqueza;
  • inflamações nos nódulos linfáticos;
  • lesões na pele que começam no rosto e se espalham pelo corpo, atingindo principalmente as mãos e os pés.

O tratamento da Mpox é voltado para o alívio dos sintomas e a prevenção de possíveis complicações. Até o momento, não existe medicamento específico aprovado para a doença.

A pessoa infectada deve permanecer em isolamento até que todas as lesões estejam completamente cicatrizadas, processo que pode levar de duas a quatro semanas.

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