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'Diamante de Sangue'

Dez são presos em ação contra grupo focado em furtos a joalherias

Investigação aponta prejuízos milionários causados pelo grupo, incluindo um furto ocorrido em Salvador, no início de 2025

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Redação iBahia

01/04/2026 às 12:36 - há XX semanas
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A Operação Diamante de Sangue, deflagrada nesta quarta-feira (1º), resultou na prisão de dez pessoas investigadas por integrarem uma organização criminosa de alta periculosidade, com atuação em diversos estados brasileiros. O grupo, especializado em tráfico de drogas, estelionato e furtos a joalherias, foi alvo de 83 mandados judiciais que incluíram prisões preventivas e o sequestro de bens na Bahia, Sergipe, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Minas Gerais e Roraima.


					Dez são presos em ação contra grupo focado em furtos a joalherias
Operação cumpre 83 mandados judiciais em 8 estados contra grupo especializado em furtos a joalherias. Foto: SSP-BA

Segundo o g1, durante as incursões, os agentes apreenderam quantias em espécie, documentos, celulares e veículos de luxo, como uma Toyota SW4 e uma Volkswagen Amarok, além de uma aeronave localizada em Roraima, que era essencial para o apoio logístico no transporte de entorpecentes e na movimentação dos suspeitos pelo território nacional.

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As investigações da Polícia Civil (PC) revelaram uma estrutura organizada com planejamento estratégico rigoroso para a execução dos crimes. No caso dos furtos a joalherias, os criminosos realizavam levantamentos prévios dos alvos e invadiam os estabelecimentos pelo teto, utilizando equipamentos técnicos para neutralizar os sistemas de alarme.

Ainda conforme o portal, um dos ataques mais expressivos ocorreu em Salvador, no início de 2025, gerando um prejuízo superior a R$ 1 milhão. Além das invasões físicas, a organização operava frentes de estelionato por meio do chamado "golpe do aniversário", com registros nos estados do Ceará e da Paraíba.

Nessa modalidade de fraude, as vítimas, prioritariamente idosas, eram abordadas sob o pretexto de receberem presentes. Nesse momento, os suspeitos utilizavam dispositivos eletrônicos para capturar dados bancários e realizar transações ilícitas.

Para garantir a impunidade, o grupo utilizava mecanismos de lavagem de dinheiro, fragmentando valores em contas de terceiros para dificultar o rastreamento financeiro pelas autoridades. A polícia informou que as diligências continuam em andamento com o objetivo de identificar e capturar outros envolvidos na rede criminosa.

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