Investigado por morte de jovem de 19 anos em Camaçari é preso
Homem foi capturado em Alagoinhas, quase um ano após o crime contra Mayone Vieira de Oliveira, ocorrido em setembro de 2025

Um homem investigado pela morte da jovem Mayone Vieira de Oliveira, de 19 anos, foi preso na última sexta-feira (14) em Alagoinhas, no interior da Bahia. A informação sobre a captura foi divulgada pela Polícia Civil (PC) no último sábado (15).

Segundo o g1, a ação policial ocorreu quase 11 meses após o crime, registrado em 19 de setembro de 2025, no Polo Industrial de Camaçari, cidade integrante da Região Metropolitana de Salvador (RMS). O suspeito, cuja identidade não foi divulgada pelas autoridades, foi localizado e detido no bairro Barreiro enquanto trabalhava em um estabelecimento comercial.
Leia também:
De acordo com os registros policiais da época, Mayone foi encontrada sem sinais vitais em uma área localizada nos fundos de uma fábrica, apresentando uma perfuração provocada por arma de fogo e o corpo parcialmente queimado.
A localização do suspeito foi possível graças a levantamentos realizados pela Coordenação de Operações e Inteligência do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (COI/DHPP), que rastrearam a circulação e permanência dele no município de Alagoinhas. A partir dessas informações, dados foram compartilhados com a unidade da polícia em Serrinha, que articulou a operação junto aos demais setores da instituição.
O mandado de prisão preventiva foi expedido pela Vara do Júri e Execuções Penais de Camaçari, desdobramento das investigações conduzidas pela 4ª Delegacia de Homicídios (4ª DH/Camaçari). A ordem judicial foi cumprida pelo Grupo de Apoio Tático e Técnico (Gatti), contando com o apoio do Núcleo de Inteligência da 2ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (2ª Coorpin/Alagoinhas) e do Serviço de Investigação da 1ª Delegacia Territorial de Alagoinhas (1ª DT/Alagoinhas), tudo sob o escopo da Operação Malhas da Lei, focada no cumprimento de mandados e captura de foragidos.
Até o momento, a PC não esclareceu qual seria a motivação do crime e nem informou se havia algum tipo de relação prévia entre o suspeito e a vítima. Procurada pelo g1, a assessoria da instituição também não soube confirmar se outras prisões foram efetuadas no decorrer das investigações.
Participe do canal
no Whatsapp e receba notícias em primeira mão!
