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Secult afasta funcionárias suspeitas de injúria racial no Carnaval

Caso aconteceu no domingo (11), no Largo do Pelourinho

Redação iBahia • 16/02/2024 às 10:54 • Atualizada em 16/02/2024 às 11:23 - há XX semanas

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As funcionárias suspeitas de injúria racial contra o produtor cultural Jonas Bueno, contratadas por uma empresa terceirizada à serviço da Secretaria de Cultura (Secult) durante o Carnaval de Salvador, foram afastadas pela pasta.


				
					Secult afasta funcionárias suspeitas de injúria racial no Carnaval
Jonas Bueno atuava para uma empresa terceirizada para a Secretaria de Cultura da Bahia. Foto: Reprodução/TV Bahia

Ainda em nota, a Secult informou que entrou em contato com o produtor e incentivou a denúncia, e diz que segue acompanhando o caso.

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"O próprio secretário de cultura entrou em contato com o produtor para prestar solidariedade e pedir desculpas pelo ocorrido. A Secult-BA incentivou a denúncia realizada pela vítima aos órgãos competentes, continuará acompanhando o caso de perto e não compactua com qualquer tipo de discriminação nos postos Servvir, diz trecho da nota.

Em entrevista à TV Bahia, Jornas Bueno contou que o caso aconteceu no domingo (11), no Largo do Pelourinho. Jonas Buenos diz ter ido à escola que servia de base da equipe para retirar R$25 de diária para alimentação quando a violência aconteceu.

O produtor teria sido convocado a se retirar do espaço por duas mulheres, mesmo estando diante de outras pessoas que também aguardavam o benefício. Ainda segundo a vítima, ele teria sido questionado sobre o que estava fazendo no local.

"Uma delas parou e me perguntou o que eu estava fazendo ali, que era pra eu sair, me retirar", relatou.

As funcionárias teria justificado o pedido da seguinte forma:

"Porque eu estou mexendo com dinheiro e não estou me sentindo confortável com você aqui, a gente está sem segurança".

Após o pedido das funcionárias, dois seguranças foram chamados e o acompanharam durante cerca de 30 minutos, período em que ficou na fila aguardando a diária.

O produtor cultural registrou o caso na Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), onde recebeu o acolhimento. A Polícia Civil também tem registro da ocorrência.

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