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SALVADOR

Homem acusado de matar engenheiro na Barra é identificado após análise de material biológico em cigarro

Crime aconteceu na capital baiana em 2015

Lucas Mascarenhas • 11/05/2022 às 13:02 • Atualizada em 26/08/2022 às 18:49 - há XX semanas

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					Homem acusado de matar engenheiro na Barra é identificado após análise de material biológico em cigarro
Foto: Reprodução/Ascom PC

Um homem de 31 anos foi identificado como autor do latrocínio, roubo seguido de morte, do engenheiro Sérgio de Brito Domingos, no bairro da Barra, em Salvador, no ano de 2015.

A identificação aconteceu após detecção de compatibilidade do material biológico no Banco Nacional de Perfis Genéticos. O trabalho de investigação foi feito por equipes da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT).

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O latrocida cumpre pena na Penintenciária Lemos de Brito por conta de crimes de latrocínio e furto. A identificação aconteceu a partir de uma bituca de cigarro deixada na cena do crime.

Os trabalhos de coleta de DNA de suspeitos condenados por crimes graves foi iniciada em 2018, dentro de unidades do sistema prisional, pelo DPT. Após ser identificado, o homem passou por um interrogatório de seis horas, onde confessou para a delegada Mariana Ouais, titular da 14ª DT, que cometeu o crime.


				
					Homem acusado de matar engenheiro na Barra é identificado após análise de material biológico em cigarro
Foto: Reprodução/Ascom PC

“Ele não aparentava estar arrependido por ter tirado uma vida, mas sim por que isso agravaria a pena. Durante a conversa ele tentava fugir dos assuntos, mas chegou o momento que ele confessou todo o crime”, explicou.

Relembre o caso

Em 13 de setembro de 2015, equipes da Delegacia Territorial da Barra, em Salvador, foram acionadas após o corpo do engenheiro ser encontrado dentro de uma das suítes de seu apartamento.

O corpo estava com sinais de espancamento e estrangulamento, mãos e pés amarrados e com perfurações feitas por uma faca.

“Assim que os investigadores chegaram ao local, perceberam que o apartamento estava bastante revirado e com sinais aparentes de uma briga que antecedeu a morte”, explicou a delegada.

Foi no local, que os policiais encontraram a bituca de cigarro que, anos depois, revelou o responsável pelo crime.

“Comemoramos a conclusão desse inquérito que gerou bastante comoção e muita angustia para a família. Eles estavam sem poder descansar e saber o que efetivamente aconteceu e poder dar essa resposta, sem dúvidas foi de extrema importância”, concluiu Mariana Ouais.

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