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Repercussão

'A Bahia não vai ficar refém', diz governador sobre dados do Monitor da Violência

Jerônimo Rodrigues reconheceu inteligência de grupos criminosos e revelou que pediu apoio financeiro ao ministro da Justiça

Redação iBahia • 17/08/2023 às 19:45 - há XX semanas

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					'A Bahia não vai ficar refém', diz governador sobre dados do Monitor da Violência
Foto: Reprodução/g1 Bahia

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, repercutiu os dados divulgados pelo Monitor da Violência do g1, nesta quinta-feira (17). Segundo o levantamento, a Bahia apresentou uma queda de 4,4% no assassinatos no estado, mas segue líder pelo 5° ano consecutivo em mortes violentas no país.

De acordo com o g1 Bahia, o governador reconheceu que os grupos criminosos agem com inteligência, mas celebrou a diminuição dos assassinatos.

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"A gente celebra queda, mas monitorando. Nós estamos assumindo a responsabilidade que é da Polícia Militar, da Polícia Civil, e nós também envolvemos a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, para entender que não é um tema apenas de polícia, é de Direitos Humanos também", afirmou.

O governador também afirmou que as forças policiais da Bahia estão atuando para que o estão não fique refém da criminalidade.

“O que a gente vê nas ações é, claramente, uma disputa de corporações criminosas. Eles têm inteligência, e a polícia não vai ficar refém disso. O estado da Bahia não vai ficar refém", disse.

Ainda segundo o governador, ele conversou com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, e pediu apoio financeiro para viaturas e câmeras corporais que deverão ser acopladas nas fardas dos policiais militares.

"As câmeras, ele [Flávio Dino] se comprometeu conosco. Não deverão chegar nos próximos dois ou três meses, mas acho que no início do ano sim".

Jerônimo concluiu a falar afirmando que o governo do estado deseja também diminuir as mortes ema ações policiais. O Anuário da Segurança Pública apontou a polícia da Bahia como a mais letal do país.

"A minha ordem, a todo o comando da polícia, ao meu efetivo, é que a gente não saia disposto a matar. A nossa ordem é trazer os suspeitos presos, para que eles, inclusive, possam ajudar com informações. Para depois a gente entregar à Justiça, que vai fazer valer o papel da Justiça. O nosso papel é de prisão, não é de tiro. Nossa ordem é de proteção à vida, independentemente de quem seja".

Confira os resultados do Monitor da Violência aqui.

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