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BRASIL

Professor é demitido após pedir redação sobre 'sexo anal e oral'

Pedido de exercício foi feito para alunos do 6º ano que tem, em sua maioria, 12 anos de idade

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Redação iBahia

19/11/2019 às 15:21 • Atualizada em 31/08/2022 às 11:57 - há XX semanas
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Um professor de português de 25 anos foi demitido da escola pública onde lecionava após solicitar uma redação sobre 'sexo anal e oral' para alunos do 6º ano que tem, em sua maioria, 12 anos idade. O caso aconteceu na última quarta-feira (13) no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 104, localizado em Brasília (DF). As informações são do G1 Distrito Federal.

Foto: Reprodução/TV Globo

O professor escreveu no quadro algumas expressões de teor pornográfico, debateu o assunto e propôs aos estudantes que escrevessem uma redação sobre o tema. Os alunos tiraram foto do quadro com os anotações do educador e também gravaram áudios da aula.

Uma das mães dos alunos, a corretora de seguros Vanessa Damares, contou ao G1 que ficou assustada com o comportamento do professor.

"Primeiro que aquilo ali não é educação sexual. Eu acho que aquilo é pornografia, uma coisa vulgar coisa que criança nenhuma merece passar por isso', pontuou.

A secretaria de educação do Distrito Federal informou que Wendel Santana tinha contato temporário com o órgão e que já foi demitido após as cinco denúncias recebidas realizada pelos pais dos alunos.

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"As autoridades policiais já foram comunicadas pela direção da escola e os estudantes receberão o devido apoio do Serviço de Orientação Educacional", afirmou a pasta.

Wendel Santana disse que 'não recebeu treinamento adequado da secretaria (Foto: Reprodução/TV Globo)

Em entrevista ao G1, o professor Wendel Santana disse que 'não recebeu treinamento adequado da secretaria' e que ele apenas propôs um exercício sobre linguagem.

"A linguagem que eles trazem pra mim é uma linguagem totalmente informal. Foi isso que eu vi. O exercício que eu propus foi trazer essa informação de linguagem informal e adaptá-la para uma linguagem formal, que é a linguagem da educação de fato", explicou ao G1.

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