Precisamos falar de Léo Santana. Observei os passos de Léo Santana em mais um Carnaval de sucesso, com agenda lotada. Mas vai muito além de Léo ter se tornado um hitmaker, com um show totalmente cantado por qualquer público.

Léo entendeu e passou a mostrar o que outrora faltou: ele pode alavancar o sonho de tantas outras pessoas. Léo começou a exercitar aquela empatia que você, caro leitor, associará rapidamente à infeliz declaração feita na época da pandemia.
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Léo se tornou artista. Artista que alavanca os outros colegas. Foi assim quando ele cantou com Vinny Nogueira na música do Carnaval do rapaz. Foi assim quando ele gravou com Diggo, na boca do carnaval, a música "Hipnotiza", que merecia o holofote que só uma contribuição como a de Léo Santana poderia proporcionar naquele momento.
Léo passou a ceder mais espaço no trio para novos artistas, fomentando a tão falada renovação musical da música baiana. Vinny Nogueira e Diggo, por exemplo, estiveram em lugares de destaque nos trios que Léo comandou. Raysson, dos Filhos do Brasil, chegou a se declarar ao Gigante pelo ato de nobreza de dar espaço para a nova geração. Raysson se apresentou no arrastão ao lado de Léo, Falcão e outros nomes do pagode.

Não para por aí. Léo passou a falar, inicialmente de maneira tímida, de assuntos que mexem com a nossa sociedade. Racismo, homofobia e machismo são pautas que o artista passou a abordar em shows de forma cada vez mais constante. Sem esquecer da Noite da Aclamação, projeto do cantor com Lore Improta, que ajuda as Obras Sociais Irmã Dulce (OSID).

E é claro que a gente também condiciona toda essa mudança ao nascimento de Liz, filha de Léo e Lore Improta. A criança, que com certeza é uma benção para todos, escancarou o lado emocional de Léo, que não era visto com frequência. Cada vez mais carismático e seguro, Léo se tornou um gigante da música da Bahia, para além dos seus 2 metros!



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