A briga judicial de Belo e Denilson durou mais de 20 anos e já tem cerca de dois e meio que chegou a um acordo, mas ganhou um desdobramento à parte para o cantor. Após se resolver com o ex-jogador, Belo está sendo cobrado por uma nova dívida.

O cobrador da vez é o advogado Marcelo Epifanio Rodrigues Passos, que teria sido contratado pelo artista para resolver o problema entre ele e o ex-jogador no caso da aquisição do grupo de pagode Soweto, que projetou Belo para o Brasil. O intérprete de Misael em "Três Graças" resolveu o impasse judicial com Denilson em agosto de 2023.
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Após resolução do problema com o pentacampeão, Belo não teria feito o pagamento para o advogado, que argumenta que os honorários foram fixados para ajudar a reduzir a dívida com Denilson, que foi paga no valor de R$ 2,7 milhões. Segundo a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, Marcelo agora cobra R$ 224 mil em honorários ao cantor.
O caso foi aberto no dia 6 de fevereiro, e só se iniciou após o advogado tentar resolver a situação por vias amigáveis, sem sucesso.
Belo beijou Denilson em 1º encontro após briga judicial
Durante uma entrevista em maio de 2024, o cantor Belo e o jogador Denílson se reencontraram pela primeira vez e reagiram de forma inesperada. Até beijo e abraços saíram deste encontro realizado durante o Futebol Solidário, evento em prol das vítimas do Rio Grande do Sul.

O que chama atenção é que a dupla estava em uma batalha judicial há mais de 20 anos e que chegou ao fim em agosto de 2023. O clima evidenciado foi de alegria e amizade. “Sempre fomos amigos. O Denílson faz parte da minha história, desde o início do Soweto, faz parte da minha vida. E que bom que podemos estar juntos hoje para ajudar o Rio Grande do Sul", declarou Belo em entrevista ao gshow.
Já Denilson ressaltou que não tinha um momento melhor para rever Belo. "Eu acho que não tinha um momento melhor pra se reencontrar por causa da causa, né? Uma história entre eu e ele, de muitos anos aí, que perdurou aí durante 20 anos. E Deus preparou um momento de reencontro, que provavelmente o Brasil todo queria ver esse reencontro, numa situação em prol de uma parte do Brasil. Chegar simbólico, né? Porque ninguém imaginaria que o encontro do Denílson Belo seria numa situação como essa. Graças a Deus, tá tudo ótimo", reforçou.
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