A influenciadora Duda Freire, amiga de Virginia Fonseca, se pronunciou na tarde desta sexta-feira (27) após a prisão do pai, Dyogo Hilario Tocafundo, detido por tráfico de drogas em Goiânia, durante a última quinta-feira (26).

Duda publicou nos stories um texto, dizendo que ele foi feito com "calma e respeito". Ela lamentou a situação que envolve o pai, mas fez questão de ressaltar que não tem envolvimento no caso. "Preciso deixar claro que as decisões e atitudes dele são de responsabilidade exclusivamente dele e não representam quem eu sou, meus valores, minha história ou a forma como conduzo minha vida pessoal e profissional", afirmou.
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Na sequência, ela expôs que se afastou do pai há alguns anos. "Há um tempo não temos uma convivência próxima por questões familiares. Trabalho desde os meus 15 anos e, muito cedo, precisei assumir responsabilidades, sendo responsável pelo sustento da minha casa e pelos cuidados com minha mãe, minha irmã e tratamento médico do meu avô. E essa realidade continua exatamente a mesma", declarou.
Além de afirmar que confia na Justiça e espera o resultado de possíveis julgamentos, ela ressaltou a própria trajetória, pedindo para não receber mais ataques de internautas. "Tudo o que construí até aqui foi com muito trabalho, esforço e dedicação. Nada veio fácil. Vou seguir focada na minha vida, na minha carreira e nos meus projetos, como sempre fiz. Peço, com respeito, que parem os ataques, os julgamentos e as associações injustas. Não é correto que eu seja responsabilizada ou atacada por escolhas que não são minhas", disse, agradecendo o apoio recebido após o caso vir à tona.
Dyogo foi preso por tráfico de drogas
A polícia de Goiás prendeu, nesta quinta-feira (26), o pai da influenciadora Duda Freire, melhor amiga de Virginia Fonseca. Dyogo Hilario Tocafundo é suspeito de tráfico de drogas e foi detido em Goiânia, capital do estado.

Ele seria atuante em um sistema de "delivery" de drogas que atua em bairros nobres da cidade. Dyogo já tinha uma condenação definitiva pelo crime e outro mandado em aberto, expedido em 2025, também por tráfico de drogas e associação criminosa, e estava foragido da Justiça.
O homem ainda teria resistido à prisão e arriscado uma fuga, sem sucesso. “Ele tentou esconder o rosto, mas é bem conhecido”, afirmou à Record o tenente Valter José de Almeida, responsável pela operação. Em outra operação em que era alvo, ele ainda teria tentado subornar policiais com R$ 2 mil e cocaína, em duas tentativas de evitar a prisão. Até o momento, Duda não se manifestou sobre a operação que prendeu o pai.
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