Kayky Bezerra, filho de Deolane Bezerra, apareceu nas redes sociais para publicar uma declaração para a irmã mais nova, Valentina Bezerra, que completa 10 anos nesta sexta-feira (29). Ele aproveitou o momento para condenar ataques contra a irmã, após a prisão da mãe no último dia 21 de maio.
Segundo Kayky, internautas estariam atacando Valentina a respeito da festa de aniversário dela, que estava sendo planejada por Deolane antes da prisão. Ele categorizou como "ódio e inveja" os ataques.
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"Nunca vou entender ou aceitar o nível de ódio e inveja por causa da festa de uma criança de 10 anos. Desejar o mal para alguém que nunca fez maldade pra ninguém e que está apenas começando a viver só mostra a doença de quem carrega isso dentro de si. Vocês todos vão pagar pelo que estão fazendo com minha família, a justiça divina não falha", escreveu o herdeiro.
Em outra publicação, Kayky desabafou sobre a prisão da mãe e ausência dela no aniversário de Valentina. "Que Deus te proteja e conforte o seu coração, mãe. Sei o quanto você estava feliz pelos 10 anos de Valen, me fala toda hora 'nossa menina está tão grande'. Mas eu estou aqui para garantir que a nossa menina fique bem. Estou com você até o fim, te amo mãe", escreveu ele.
Deolane faz apelo e acusa silenciamento em carta: 'Nunca fui ouvida'
Deolane Bezerra usou uma nova forma para abrir o coração e reafirmar a inocência. Presa desde a última quinta-feira (21) suspeita de lavagem de dinheiro em associação com negócios do Primeiro Comando da Capital (PCC), a advogada e influenciadora escreveu uma carta com muitos desabafos e alegações.
Escrita à mão, a mensagem foi publicada nas redes sociais por Dayanne Bezerra, irmã da famosa. Logo no início, Deolane afirma que chegou a ser acusada pela morte do ex-namorado, MC Kevin (1998-2021). Ela aproveita para dizer que "nunca fiz parte do crime organizado".
Deolane diz que a prisão dela nada tem a ver com envolvimento com uma transportadora mencionada no inquérito, e sim com um pagamento de honorários que recebeu como advogada no valor de R$ 24,5 mil. Ela também aproveitou para dizer que não tem 37 empresas no nome dela.
Na carta, ela ainda desabafa, alegando falta de oportunidades de se explicar. "Nunca fui ouvida em mais de 4 anos, mas fui acordada com um fuzil apontado para o meu rosto na minha casa e presa sem ter a oportunidade de esclarecer os fatos", declarou.
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