A atriz Mônica Martelli utilizou suas redes sociais para anunciar o adiamento da apresentação do espetáculo "Minha Vida em Marte", que aconteceria nesta sexta-feira (20), em Curitiba.

A decisão foi tomada após a artista apresentar um quadro de saúde debilitado, impossibilitando sua subida ao palco na data prevista. Segundo o relato da atriz, ela foi diagnosticada com uma virose forte e acordou com sintomas respiratórios acentuados.
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Mônica destacou que já buscou atendimento médico e está em tratamento, mas reforçou que a entrega exigida pelo teatro requer que ela esteja em plena recuperação para garantir a qualidade da peça.
A organização do evento agiu rapidamente e já confirmou a nova data para o público paranaense: o espetáculo foi reagendado para o dia 18 de abril. A atriz lamentou o imprevisto, pedindo desculpas aos fãs e ressaltando que a situação fugiu ao seu controle, agradecendo a compreensão de todos os envolvidos.

Nos comentários da publicação, uma onda de carinho tomou conta do perfil da artista. Amigos famosos, como Astrid Fontenelle, e diversos seguidores deixaram mensagens de apoio e desejos de melhoras rápidas, demonstrando ansiedade para vê-la recuperada e de volta aos palcos em breve.
'Perdi a virgindade num estupro', diz Mônica Martelli
Um metro e 80 de altura. Sucesso profissional depois dos 35 anos. Primeira filha aos 41. Mônica Martelli — inclua-se aí a barriga sarada aos 50 — é uma mulher fora dos padrões. “Filha do meio problemática”, ela jurava que nunca daria certo.
Mas viu o destino mudar quando escutou os conselhos da mãe e, em 2005, transformou os textos que escrevia sobre a própria solterice num fenômeno de bilheteria. Nascia “Os homens são de Marte... É pra lá que eu vou”, monólogo que, em poucos meses, trocou o pequenino Cândido Mendes por palcos maiores no Rio, em São Paulo e até em Lisboa.

Em um dos programas [do Saia Justa], você disse que achava ter sido abusada na adolescência. O que houve?
"Conforme fomos discutindo o conceito de assédio, fui tomando consciência de que perdi a virgindade num estupro. Eu tinha 15 anos, estava num luau, na praia e transei forçada", disse ela em entrevista.
O discurso do empoderamento feminino não te cansa?
"Cansa porque está sendo falado à exaustão. Mas são séculos de desigualdade, temos que falar até cansar mesmo", finalizou.
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