Virginia é condenada após cliente denunciar problema grave de visão com produto da WePink
Influenciadora teve sentença recebida diante de denúncia realizada em meados de 2025
Enquanto é alvo de investigação por receber repasses de R$ 17,7 milhões do advogado Willer Tomaz, Virginia Fonseca sofreu uma importante derrota judicial. A influenciadora e empresária foi condenada a pagar indenização para uma cliente que desenvolveu problemas no olho após utilizar um produto da WePink, empresa de cosméticos fundada pela famosa.

Em julho de 2025, uma cliente identificado como Lidiane Herculano alegou ter ficado cega dias após usar um fortalecedor de cílios da WePink. A mulher afirmou que o produto queimou as córneas dela, e o marido passou a fazer publicações difamatórias contra Virginia.
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Com este cenário, Lidiane entrou com um pedido de indenização na Justiça e chegou a ter o recurso negado em primeira instância. Após recorrer, a 32ª Câmara de Direito Privado de São Paulo condenou a WePink a pagar R$ 8 mil por danos morais. As informações são da coluna Grande Angular, do Metrópoles.
A ação relata que a cliente foi diagnosticada com ceratite grave do olho esquerdo, que atingiu cerca de três quartos da córnea e provocou “incapacidade total e temporária para o trabalho durante o período de cerca de 15 dias”.
A WePink foi condenada também a arcar com os honorários da ação. Até o momento, a empresa e Virginia não se pronunciaram a respeito da sentença.

Virginia sofreu derrota anterior na Justiça em caso de polêmica com produto
A empresária e influenciadora Virginia Fonseca sofreu uma derrota na Justiça no processo contra o youtuber Paullo R., que publicou vídeos acusando a ex-mulher de Zé Felipe de cegar uma cliente que utilizou um produto da marca Wepink, criada por Virginia.

O homem em questão é marido de Lidiane Herculano, a cliente que afirmou ter ficado cega após usar um fortalecedor de cílios que teria queimado as córneas dela. A partir desse episódio, Paullo passou a fazer publicações difamatórias contra Virginia nas próprias redes sociais.
A partir disso, Virginia pediu uma tutela para que o produtor de conteúdo excluísse todos os vídeos feitos sobre o assunto nas redes sociais, e que não houvesse mais citação ao nome dela e do produto. Segundo a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, A Justiça optou por adiar a apreciação da liminar que foi solicitada pela influenciadora, mantendo assim os conteúdos no ar por enquanto.
O motivo da decisão foi o fato da instituição julgar que não há evidências suficientes para provar a probabilidade dos direitos que Virginia diz ter. A decisão foi publicada no dia 18 de julho do ano passado.
Além da decisão relativa à liminar de Virginia, o juiz do caso determinou a expedição do ofício que solicita ao Google que forneça os dados cadastrais do usuário que comanda a página "Paullo R.". A gigante de tecnologia é a mantenedora do YouTube, e por isso pode repassar as informações para as autoridades.
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