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Virginia quebra silêncio após virar alvo de investigação da PF; veja

Reportagem destrinchou investigação da Polícia Federal e Virginia se pronunciou pela primeira vez

Lucas Mascarenhas

Lucas Mascarenhas

08/06/2026 às 11:21 - há XX semanas
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A influenciadora Virginia Fonseca quebrou o silêncio e se pronunciou pela primeira vez após ser citada em investigação da Polícia Federal por suspeita de lavagem de dinheiro, além de supostos crimes financeiros e fiscais. O pronunciamento se deu através dos advogados de defesa da famosa, na noite do último domingo (7).


					Virginia quebra silêncio após virar alvo de investigação da PF; veja
Reportagem destrinchou investigação da Polícia Federal e Virginia se pronunciou pela primeira vez. Foto: Reprodução/Redes Sociais

Em resposta à reportagem do "Domingo Espetacular", exibido na Record no último domingo, a defesa de Virginia enviou uma nota onde garante que a influenciadora não participou das supostas práticas e rebateu os pontos da investigação.

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Os advogados afirmaram que "não há qualquer irregularidade ou movimentação ilegal nas operações da influenciadora", além de que "identificar movimentação atípica em relatório financeiro não significa, por si só, existência de irregularidade".

Sobre os recebimentos via Pix na empresa Talismã Digital, que segundo a investigação teria recebido em 2025 R$ 22,4 milhões com um único depositante transferindo R$ 17,7 milhões sendo categorizada como empresa que movimenta até R$ 5 milhões, a nota explica que We Pink, empresa de cosméticos que ela é sócia, movimenta grandes valores com variadas transferências.


					Virginia quebra silêncio após virar alvo de investigação da PF; veja
Reportagem destrinchou investigação da Polícia Federal e Virginia se pronunciou pela primeira vez. Foto: Reprodução/ Redes sociais

"A We Pink nasceu ancorada em e-commerce, mas a marca se consolidou como uma potência no varejo tradicional, operando quiosques, e recebe muitos pagamentos em dinheiro, como é padrão no comércio varejista. Esses depósitos são individualizados por ponto de vendas e conciliados diariamente com o fechamento de caixa e emissão de cupons fiscais", diz a defesa.

Defesa de Virginia nega conexões da famosa com o crime

Os advogados de Virginia ainda afirmaram que a informação de conexões com o crime não procedem, sobre a Pink Lash, empresa que antecedeu a We Pink, ter tido como sócia a Japa do PCC, mulher de um membro da organização criminosa.

"A We Pink foi fundada em 2021, de forma independente, sem vínculo societário e operacional com a Pink Lash, ou com os terceiros mencionados, com a exceção dos sócios fundadores. A relação empresarial anterior entre Thiago, Samara e Karen de Moura [Japa do PCC], ocorreu exclusivamente no âmbito da Pink Lash", encerra.

Veja a reportagem com posicionamento de Virginia:

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