Nos próximos capítulos da novela A Nobreza do Amor, a paixão proibida entre Kênia (Nikolly Fernandes) e Dumi (Licínio Januário) assumirá um forte tom político. Logo após um momento de intimidade às escondidas, o ex-militar decidirá que chegou a hora de revelar suas verdadeiras intenções.
Ele confessará sua participação ativa no movimento rebelde que planeja derrubar o regime autoritário de Jendal (Lázaro Ramos), transferindo a responsabilidade do destino do romance para as mãos da jovem.
Leia também:
O desabafo começará no quarto do casal, quando Kênia lamentar que o monarca conseguiu escapar das cobranças da embaixadora dos Estados Unidos, Margaret Morrison (Adriana Seiffert). A moça explicará que o pai subornou um camponês miserável para assumir a autoria da morte do repórter Robert Abu (Reynaldo Machado).
Tomado pela indignação, Dumi não conseguirá se conter e revelará detalhes da farsa, pontuando que o trabalhador aceitou o sacrifício unicamente para livrar sua família da extrema miséria.
O guerreiro aproveitará o momento de vulnerabilidade da parceira para escancarar os crimes do governo vigente. Ele recordará que Jendal assumiu o trono por meio de um golpe de Estado violento que destituiu o legítimo soberano Cayman II (Welket Bungué), ressaltando ainda a crueldade do tirano ao queimar plantações enquanto a população sofre com a escassez.
Diante disso, Kênia demonstrará culpa por usufruir de riquezas financiadas pela exploração de investidores ingleses, admitindo sua impotência para alterar o cenário. Percebendo o conflito interno da amada, Dumi fará um alerta contundente sobre as consequências da iminente revolta popular em Batanga.
O ativista enfatizará que a opressão contra os cidadãos está prestes a atingir o limite e que as forças da resistência não vão recuar até que o ditador seja deposto do palácio.
Assista ao "De Hoje a Oito", podcast de entretenimento do Ibahia:
Participe do canal
no Whatsapp e receba notícias em primeira mão!