A Nobreza do Amor: Virgínia vive seu maior pesadelo após falcatruas
Com armações descobertas, patricinha tem que lidar com punição do pai
Nos próximos capítulos de "A Nobreza do Amor", Virgínia (Theresa Fonseca) vai entender que o pai, Diógenes (Danton Mello), chegou no limite ao descobrir as armações que ela tem aprontado, e a metida viverá o seu maior pesadelo.

A primeira revelação será relacionada à participação dela no ataque ao ateliê de Alika (Duda Santos). Ela não vai reagir bem à situação e faz de tudo para não pagar pelos atos. Segundo o site Notícias da TV, ela tenta fazer até uma greve de fome e foge para a casa de Graça (Fabiana Karla) como forma de manipular os pais.
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Mas as descobertas não param por aí. Belmira (Raissa Xavier) denuncia que foi a vilã a responsável por denunciar padre Viriato (Marcelo Médici) ao bispo para afastar o responsável pela igreja de Bom Retorno e evitar que ele a denunciasse pelas falcatruas cometidas.
Diógenes fica furioso com a revelação e vai até a fazenda de Graça buscar a filha. Para o desespero de Virgínia, o banqueiro a castiga com trabalho: ela terá que prestar serviços à igreja, ao lado de padre Viriato, consolidando uma humilhação pública da dondoca.
Alika derruba Mirinho e verdade vem à tona
A trama da novela "A Nobreza do Amor" promete momentos de grande tensão com Alika (Duda Santos) desmascarando definitivamente as intenções de Mirinho (Nicolas Prattes). O vilão tentará uma nova aproximação usando como pretexto o estado de saúde de Tonho (Ronald Sotto), que se encontra hospitalizado.

No entanto, a protagonista não cederá ao cinismo do rapaz e confrontará suas falsas lamentações de forma direta.
O falso arrependimento de Mirinho surgirá em um momento delicado, logo após ele ter forçado um beijo na mocinha, deixando-a ainda mais na defensiva. Ele tentará se fazer de vítima e usará memórias da infância para tentar amolecer o coração da jovem.
O personagem chegará a declarar que lamenta profundamente a situação de Tonho, chamando-o de seu primeiro amigo na vida.
Sem paciência para o teatro do rival, Alika interromperá o discurso e afirmará que conhece muito bem a inveja e o desprezo que ele sempre alimentou.
Ao notar que seu plano não está funcionando, o mau-caráter apelará para o sentimentalismo, culpando seu próprio pai, Casemiro (Cássio Gabus Mendes), pelas desavenças históricas entre eles. Ele argumentará que as comparações feitas na infância criaram rivalidades injustas.
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