A tensão política e familiar subirá de tom nos próximos capítulos da novela A Nobreza do Amor com uma reviravolta nos planos do palácio. O conselheiro Chinua (Hilton Cobra) ficará encarregado de entregar uma correspondência oficial nas mãos de Jendal (Lázaro Ramos) contendo um aviso de Malungo.
Na mensagem, o aliado confirma que já iniciou sua viagem rumo ao território brasileiro, deixando o monarca autoritário radiante e ansioso para recapturar Alika (Duda Santos) e castigá-la por sua ousadia.
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O ditador alimenta a certeza absoluta de que a princesa buscou refúgio no Brasil após conseguir escapar de Batanga, fugindo logo após a cerimônia de casamento que foi imposta contra a sua vontade.
A desconfiança do vilão ganhou força após o jornalista Nilo Peçanha (Deo Garcez) publicar uma reportagem detalhada denunciando a violenta tomada de poder promovida pelo crápula, que destituiu o antigo soberano Cayman II (Welket Bunguê) e instaurou um regime de opressão contra os súditos africanos.
Para conter a repercussão internacional e trazer a esposa de volta ao palácio, o usurpador ordenou que o capanga cruzasse o oceano com a missão exclusiva de rastrear e capturar a jovem. Sabendo do real paradeiro da mocinha, Chinua sofrerá ao ter que atuar como o portador dessa mensagem preocupante, ciente dos riscos que a protagonista corre.
Em contrapartida, o vilão festejará o avanço da operação, sentindo-se vitorioso ao encurtar a distância que o separa da fugitiva. Estrategista e cruel, o pai de Kênia (Nikolly Fernandes) montou uma forte rede de censura desde que assumiu o comando do país, bloqueando o fluxo de informações para o exterior sobre as mazelas sofridas pela população local.
O tirano sabe que manter os crimes de seu governo sob sigilo é fundamental para evitar sanções estrangeiras e manter a fachada de estabilidade.
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