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Acusação

BBB 26: equipe de Jordana explica suposta fraude em cota racial

Sister, que esteve na Casa de Vidro, teve informação sobre declaração racial em um concurso exposta

Carlos Bahia

Carlos Bahia

13/01/2026 às 10:32 - há XX semanas
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Confinada no "BBB 26", Jordana Morais virou alvo de críticas na internet após ser acusada de uma suposta fraude por cotas raciais em um concurso público. A equipe da sister se pronunciou a respeito do caso nas redes sociais.


					BBB 26: equipe de Jordana explica suposta fraude em cota racial
Sister, que esteve na Casa de Vidro, teve informação sobre declaração racial em um concurso exposta. ​Foto: Reprodução/Redes sociais

No posicionamento publicado na noite da última segunda-feira (12), a equipe de Jordana afirmou ciência da polêmica envolvendo a participante do "BBB 26", que se autodeclarou preta ou parda em um concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) de 2015.

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A nota argumenta que Jordana se autodeclarou parda, e não negra. "No Brasil, o próprio IBGE define como parda a pessoa que se identifica como resultado da mistura de duas ou mais opções de cor, ou raça, incluindo branca, preta e indígena. Não por acaso, a população parda é hoje a maior parcela da população brasileira. É o caso da Jordana", diz um trecho.

O texto também ressalta que Jordana não chegou a nenhum cargo público a partir daquele concurso, e fez um alerta quanto às acusações feitas contra a sister. "Denúncias infundadas, mesmo quando travestidas de zelo, também produzem desinformação. Antes de compartilhar, checar conceitos, dados e contextos é essencial para fortalecer um debate público mais justo, qualificado e responsável", finalizou.


					BBB 26: equipe de Jordana explica suposta fraude em cota racial
​Foto: Reprodução/Redes sociais

Confira a nota completa:

NOTA OFICIAL

Tomamos conhecimento de notícia recente sobre a inscrição da Jordana no concurso do TJDFT de 2015, declarando-se participante das cotas para negros ou pardos.

Quando falamos em ações afirmativas em concursos, é importante partir do básico: as cotas raciais contemplam negros e PARDOS. No referido concurso público, o Edital previa no item 6.2, assim como o regulamento do Conselho Nacional de Justiça - CNJ, na Resolução CNJ nº 203, de 23 de junho de 2015, definiam que o candidato poderá optar por concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros, preenchendo a autodeclaração de que é preto ou pardo, conforme quesito cor ou raça utilizado pelo IBGE.

No Brasil, o próprio IBGE define como parda a pessoa que se identifica como resultado da mistura de duas ou mais opções de cor, ou raça, incluindo branca, preta e indígena. Não por acaso, a população parda é hoje a maior parcela da população brasileira.

É o caso da Jordana.

Dentro desse contexto, não há qualquer irregularidade na inscrição de um candidato pardo pela cota racial.

De todo modo, importante destacar que a Jordana não foi investida em nenhum cargo público decorrente do referido concurso.

Denúncias infundadas, mesmo quando travestidas de zelo, também produzem desinformação. Antes de compartilhar, checar conceitos, dados e contextos é essencial para fortalecer um debate público mais justo, qualificado e responsável.

Equipe Jordana

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