De Ivete a Gominho: quem são os amigos de Preta Gil no filme da Globo
Documentário 'Preta - Eu Não Ando Só' e a série documental 'Meu Nome é Preta' estreiam na data de falecimento da artista, 20 de julho
Preta Gil ganhou uma homenagem especial no documentário inédito "Preta - Eu Não Ando Só", que estreia na TV Globo nesta segunda-feira (20), exatamente um ano após a morte da artista em decorrência de um câncer no intestino, que evoluiu para metástase.

O filme, exibido após a novela "Quem Ama Cuida", integra a programação especial "Quanto Mais Preta, Melhor", que traz registros feitos pela artistas durante o tratamento contra a doença.
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O projeto também traz, na mesma data, a série documental "Meu Nome é Preta", que ficará disponível no Globoplay. O audiovisual é composta por quatro episódios.
O longa conta com um vasto leque de depoimentos de amigos da cantora, além de utilizar acervo de vídeos gravados pela cantora e por pessoas próximas.
A produção reúne depoimentos de famosos como:
Ana Carolina

A amizade entre as duas foi marcada por uma profunda amizade, incentivo profissional e uma famosa história de paixão platônica. Ana Carolina foi uma das principais responsáveis por encorajar Preta Gil a iniciar sua carreira como cantora.
Ivete Sangalo

A amizade entre as duas começou em 1990, nos bastidores da gravação do clipe "Carro Velho", da Banda Eva. As duas viveram uma das conexões mais profundas e duradouras ao longo de três décadas.
Francisco Gil

O cantor Fran é o único filho da cantora. Ele é fruto do casamento de Preta com o ator Otávio Muller.
Gilberto Gil

Preta é fruto do casamento de Gilberto Gil com Sandra Gadelha. A relação entre os dois encantava o público por causa da cumplicidade, espiritualidade e ancestralidade musical. Segunda filha do mestre da MPB, Preta sempre teve no pai seu maior norteador de vida.
Caetano Veloso
Mais do que um amigo do pai dela, Caetano exerceu o papel de tio e padrinho de batismo de Preta ao longo de toda a sua vida. O cantor a chamava de "sobrinha favorita". Muitos acreditam que o tratamento de "tio" era apenas uma consideração carinhosa pela amizade entre Caetano e Gilberto Gil. No entanto, existia um parentesco real: Caetano foi casado com Dedé Gadelha, que é irmã carnal de Sandra Gadelha, mãe de Preta Gil.
Regina Casé

Regina Casé foi a madrinha musical de Preta. A atriz e apresentadora conheceu a cantora ainda na infância, na Bahia, e acompanhou de perto cada passo de sua vida. Nos anos 2000, Regina costumava promover noites de karaokê em sua casa. Ao ouvir a amiga cantar de forma despretensiosa, a apresentadora insistia: "Preta, você tem uma voz linda, tem que ser cantora de verdade!". Esse empurrão foi fundamental para que Preta vencesse a timidez e assumisse a carreira artística.
Carolina Dieckmmann

Carolina Dieckmann e Preta Gil viveram uma amizade profunda de mais de 25 anos. Às vésperas do marco de um ano do falecimento da cantora, a atriz comoveu o público ao publicar um desabafo explicando que recusou os convites da imprensa para dar novas entrevistas ou gravar depoimentos de divulgação sobre as produções especiais da Globo. Ela sensibilizou o público ao declarar que não consegue, pelo menos no momento, falar da amiga publicamente.
Marina Morena

Marina Morena é considerada a "irmã de coração" de Preta Gil e possui um papel central no documentário "Preta – Eu Não Ando Só". Marina é filha biológica de Keka de Oxóssi, uma amiga íntima de Flora Gil (esposa de Gilberto Gil). Ela cresceu frequentando os mesmos ambientes que os filhos do cantor e foi acolhida por Flora como uma filha, sendo criada sem qualquer distinção em relação aos herdeiros biológicos.
Ju de Paula

Ju de Paulla (Jude) foi uma das fiéis escudeiras de Preta Gil. Como uma das melhores amigas da cantora, ela fez parte da rede de apoio fundamental que abriu mão da rotina para acompanhá-la integralmente. Ela largou a vida no Brasil para se dedicar aos cuidados de Preta, em Nova York, nos Estados Unidos.
Gominho

Gominho foi um dos principais pilares da rede de apoio de Preta Gil. Em 2023, logo após o diagnóstico inicial de Preta, Gominho pediu demissão de seu trabalho em uma rádio em Salvador. Ele se mudou para a casa da cantora no Rio de Janeiro para atuar como cuidador em tempo integral. Rotina de cuidados: Gominho assumiu tarefas diárias que iam desde dar banho e administrar medicamentos até gerenciar a rotina médica e blindar Preta de energias negativas.
Danrley Orrico, O Kannalha

O cantor baiano foi o último relacionamento público e um dos grandes pilares afetivos de Preta Gil antes de seu falecimento. Os dois viveram uma relação descrita por eles mesmos como "uma paquera e uma amizade linda, verdadeira e sem rótulos". Em vida, Preta Gil agradeceu publicamente o apoio de Danrlei, chamando-o de "um presente que ganhei da vida" e alguém que cuidava dela com muita doçura.
Vale lembrar que a diretora do projeto, Sandra Kogut, destacou que o filme tinha a intenção original de contar a história de superação da artista, mas que precisou ser redesenhado para o recorte da força e vontade de viver que Preta tinha.
“O filme coloca a gente muito perto da Preta, na intimidade, e ao mesmo tempo dá a dimensão de quem ela foi. Apesar da doença, tudo na Preta era sobre a vida, a pulsão gigante da vida. É um filme que abraça a alegria, a gargalhada, a vontade de viver, mas também as dores e as lágrimas. Eu sabia desde o começo que seria um filme sobre amizade. Filmar, nesse caso, era um gesto de amor”, disse ela.
Assista ao "De Hoje a Oito", podcast de entretenimento do Ibahia:
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