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Ponto facultativo

Cidade de Nyeme, do vôlei, decreta 'feriado' para acompanhar atleta

Nyeme é a única nordestina da seleção feminina de vôlei. Barra do Corda, no Maranhão, teve ponto facultativo para acompanha-la nas Olimpíadas

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Iamany Santos

06/08/2024 às 9:52 - há XX semanas
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Barra do Corda, no Maranhão, cidade natal da jogadora da seleção brasileira de vôlei feminino, Nyeme, decretou ponto facultativo nesta terça-feira (6). O objetivo foi acompanhar a participação da atleta, que é a única nordestina da seleção brasileira, no confronto contra a República Dominicana.


					Cidade de Nyeme, do vôlei, decreta 'feriado' para acompanhar atleta
Cidade de Nyeme, do vôlei, decreta 'feriado' para acompanhar atleta. Foto: Reprodução/Redes Sociais

O jogo, que aconteceu pelas quartas de final dos Jogos Olímpicos, terminou com um placar de 3 sets a 0 para o Brasil. Agora, a seleção brasileira segue para a semifinal do campeonato e luta pelo pódio.

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Nyeme tem 25 anos e atua como líbero titular da equipe comandada por Zé Roberto Guimarães. Em documento oficial assinado pelo prefeito Rigo Teles, ficou registrado de que o ponto facultativo valerá até às 11h da manhã, nas repartições públicas da administração municipal.

Até o momento, a seleção feminina de vôlei tem feito uma campanha com 100% de aproveitamento, com 4 vitórias em 4 jogos e nenhum set perdido.

Nyeme é a única nordestina da Seleção Brasileira de vôlei

Nyeme nasceu no município de Barra do Corda, no Maranhão, onde começou a jogar a vôlei. Representante do nordeste na seleção, ela respirava voleibol desde criança, já que o pai foi técnico da modalidade. Antes de se estabelecer como líbero, chegou ainda a jogar na função de ponteira.


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Nyeme é a única nordestina da Seleção Brasileira de vôlei. Foto: FIVB

Com o talento descoberto, foi para São Luís, onde começou se destacar nos Jogos Escolares Maranhenses (JEMs) e atuou pela seleção maranhense. Aos 13 anos, passou a treinar no Maranhão Vôlei, mas não podia disputar a Superliga por causa da idade.

Com isso, a atleta resolver se estabelecer em São Paulo para poder conseguir disputar campeonatos de base, atuando em Barueri e Osasco. Com atuações firmes, ela se destacou e foi convocada diversas vezes para a seleção de base e conquistou o Sul-Americano Sub-20, em 2016. Foi nessa época que decidiu fazer a transição para se tornar líbero, e em 2017, conquistou o prêmio como a melhor líbero do Mundial Sub-20.

Agora, a atleta é uma das jogadoras que defende o Brasil nas Olimpíadas em Paris, na França.

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