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Com mudanças, Brasil enfrenta Venezuela no Castelão, em Fortaleza

Dunga faz mistério, mas deu pistas do time que vai entrar em campo pela segunda rodada da eliminatória para a Copa de 2018

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13/10/2015 às 11:47 • Atualizada em 29/08/2022 às 7:37 - há XX semanas
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Hoje é dia de jogo da Seleção Brasileira. Talvez a frase não empolgue tanto quanto antigamente, mas a hora é de apoiar o Brasil, que entra em campo às 22h (TV Bahia), contra a Venezuela. O jogo será no Castelão, em Fortaleza.
O time que irá a campo ainda é um mistério, mas Dunga deu pistas durante a semana dos prováveis 11 titulares. Na zaga, na vaga de David Luiz, lesionado, entra Marquinhos. Além disso, a Seleção deverá ter ao menos duas novidades: o lateral-esquerdo Filipe Luís e o meia Lucas Lima nas vagas de Marcelo e Oscar, respectivamente. Lucas Moura também surge como opção no lugar de Willian.
Dunga desconversa sobre as mudanças, mas elogia Lucas Lima. “Estamos testando. Temos jogadores jovens, experientes, atuando por grandes clubes da Europa. A cobrança é maior aqui, e não é nem na hora do jogo, mas antes de entrar. Por isso, estou falando para eles taparem as orelhas e focarem no objetivo. Lucas (Lima) é rápido e com grandes características”, disse.

Destaque no Santos, Lucas Lima é um dos cotados para entrar no time que encara a Venezuela, no Castelão
(Foto: Rafael Ribeiro/CBF)

Titular, o baiano Daniel Alves sabe que enfrentar a Venezuela não é mais sinônimo de triunfo fácil. Por isso, precisa redobrar a atenção para voltar a ganhar confiança do torcedor brasileiro. “Houve evolução nos últimos dez anos. Às vezes a gente escuta que muita gente sente saudade de outras gerações da Seleção. Eu também sinto. Jogadores que eu tinha como ídolos”, assumiu.
“Não tem como não sentir falta. Sentimos, mas o futebol evoluiu. É difícil ganhar, golear. Esperamos uma grande apresentação, digna do Brasil. Se a goleada vier, será consequência do bom trabalho. O momento é de jogar bem e criar identidade. Golear não é a preocupação”, completou.
Embora tenha vontade de agradar, Daniel Alves lembrou que, para o jogador, também é importante tapar os ouvidos para as críticas. “Não podemos trabalhar em cima da opinião das pessoas. Temos que fechar os olhos e os ouvidos para certas coisas. Caso contrário, não chegaremos ao objetivo. Temos que estar focados e só nos deixarmos influenciar por coisas boas”.
Vantagem brasileira No retrospecto entre Brasil e Venezuela, a equipe verde e amarela leva vantagem. São 22 jogos, com 19 triunfos, dois empates e uma derrota. O Brasil fará mais 17 partidas nas eliminatórias. Precisa ficar entre os quatro primeiros.[[saiba_mais]
Correio24horas

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