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Convite por acaso levou Yane Marques ao bronze olímpico

Para receber incentivos da recém-aprovada Lei Piva, cada modalidade olímpica precisaria comprovar a prática em diversos pontos do país

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14/08/2012 às 9:36 • Atualizada em 27/08/2022 às 3:22 - há XX semanas
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Yane Marques conquistou a medalha no último domingo
De um convite improvável a uma medalha olímpica. A nadadora Yane Marques despertou a atenção do major Alexandre França no Recife, em 2003, quando participava de uma prova de natação. Sem a menor ideia do que era pentatlo moderno, começou a praticar esgrima, hipismo, tiro e corrida. Tudo isso sem nenhum patrocínio. Até hoje, a terceiro-sargento do Exército de 28 anos recebe, além do soldo, o Bolsa-Atleta do governo federal e o material esportivo de um fornecedor. O convite para Londres teve um motivo prático e nem tão nobre. Para receber incentivos da recém-aprovada Lei Piva, cada modalidade olímpica precisaria comprovar a prática em diversos pontos do país. Assim, a pernambucana conheceu um esporte sem tradição no país e a torcida brasileira conheceu uma medalhista olímpica de bronze. Convite por acaso levou Yane Marques ao bronze olímpico

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