A Seleção Brasileira recebeu uma notícia preocupante nesta terça-feira (30) após a vitória por 2 a 1 sobre o Japão, na segunda fase da Copa do Mundo 2026, na última segunda-feira (29). Lucas Paquetá teve uma lesão na coxa esquerda confirmada e se tornou desfalque imediato para a sequência da competição.
O meio-campista precisou ser substituído ainda no intervalo da partida contra os japoneses. Após passar por exames, a gravidade da lesão foi detalhada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
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"O atleta Lucas Paquetá passou, nesta terça-feira, por exame de imagem que confirmou lesão muscular na região posterior da coxa esquerda. O jogador seguirá um protocolo de tratamento intensivo, acompanhado pela equipe médica da Seleção Brasileira, visando sua recuperação e retorno às atividades no menor tempo possível", diz a nota oficial da CBF.
Com o diagnóstico, é improvável que o jogador esteja à disposição para o confronto das oitavas de final, marcado para este domingo (5), às 17h. O adversário do Brasil será definido ainda hoje, no duelo entre Noruega e Costa do Marfim.
Nos bastidores, porém a informação que circula é que a lesão é mais grave do que aparentava no início. A recuperação prevista é entre 3 a 4 semanas. Assim, a perspectiva é de que ele não consiga jogar mais a Copa. Há uma possibilidade pequena de retorno se o Brasil chegar à final de ele conseguir voltar a jogar no Mundial.
Desafio de Ancelotti
A ausência de Paquetá força o técnico Carlo Ancelotti a alterar a equipe pela primeira vez após dois jogos consecutivos com a mesma escalação. O treinador agora precisa definir quem assumirá o posto no meio-campo. Confira as principais opções:
Troca simples (Danilo Santos):
A alternativa mais conservadora. Manter o sistema com três meio-campistas e escalar Danilo Santos, que conquistou sua vaga na convocação final após bom desempenho nos amistosos. Esta mudança preservaria as funções táticas de Bruno Guimarães, Casemiro e Matheus Cunha.
Chance para Martinelli:
O autor do gol da classificação contra o Japão surge como opção. A entrada do jogador do Arsenal não exigiria necessariamente uma mudança para o 4-2-4, mas demandaria uma reorganização defensiva, exigindo que o lateral-esquerdo Douglas Santos ficasse mais contido.
Aposta em Endrick:
Caso o Brasil precise de mais presença de área, Ancelotti pode optar por uma formação mais ofensiva (4-2-4), repetindo a estratégia utilizada logo após a saída de Paquetá no último jogo.
O papel de Neymar:
Embora o camisa 10 seja uma alternativa, Ancelotti tem indicado planos de usá-lo preferencialmente na vaga de Cunha ou de um dos atacantes de frente (Vini Jr. ou Rayan). O uso de Neymar parece condicionado a situações de maior necessidade de risco durante as partidas.
Outros nomes:
Fabinho surge como o substituto natural de Casemiro, mas, se escalado, traria menos mobilidade ao meio-campo. Já Ederson, convocado de última hora, tem sido utilizado prioritariamente para suprir eventuais carências na lateral direita.
Assista ao "De Hoje a Oito", podcast de entretenimento do Ibahia:
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