Isaquias Queiroz abandonou o remo momentaneamente para surfar na fama, após faturar três medalhas na Rio-2016 — duas pratas e um bronze. De férias, o canoísta aguarda a definição da permanência do técnico espanhol Jesús Morlán na equipe e aproveita que o destaque nos Jogos tem atraído mais patrocinadores. Às vésperas das eleições municipais, cuida para não associar seu nome a políticos, mas gosta do assédio dos fãs.
— Não faço politicagem e não quero influenciar ninguém. Quando alguém pede para tirar foto comigo, digo, por favor, para tirarem adereços de políticos — conta.
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Segundo Isaquias, Morlán seguirá treinando a equipe Brasil até 2020, mas faltam acertos com a Confederação Brasileira de Canoagem.
O atleta não ficou satisfeito com a retirada da prova de C1 200m da Olimpíada de Tóquio, em 2020:
— Acho injusto. É muito mais difícil para os que competem nos 200m se adaptarem aos 1000m.
Ele volta a treinar no dia 10. Enquanto isso, Isaquias, que agora está solteiro, aproveita a fama.
— Tem mais patrocinadores entrando em contato. Tenho aproveitado para fazer o pé-de-meia e garantir o futuro. E a mulherada está um pouco em cima agora também — disse, aos risos.
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