Marcas na pele

Conheça técnicas que auxiliam na redução das linhas de expressão

Especialista dá destaque aos cuidados e tratamento para peles mais maduras

Redação iBahia
26/04/2022 às 17h25

3 min de leitura
Foto: Peu Accioly/Divulgação

Os cuidados com a pele são imprescindíveis para todas as idades, o que muda de geração para geração são as medidas adotadas para cada tipo de derme. Quando falamos de peles maduras, sabemos que a rotina de skin care deve ser ainda mais direcionada para suas respectivas necessidades.

Fabíola Viterbo, dermatologista da Áurea Dermatologia Integrada, é especialista em rejuvenescimento e estética facial, e conta que a adoção precoce da rotina de cuidados com a pele pode amenizar os impactos causados pelo tempo. “A maior diferença quando você chega na terceira idade é se já existe um cuidado a longo prazo ou não, isso vai determinar os próximos passos de tratamento, pois o processo de envelhecimento se encontra em fase acelerada”, explicou.

A dermatologista comenta que a partir dos 30 anos, a pele precisa de uma atenção maior e de protocolos de tratamento específicos, pois alterações genéticas e metabólicas agregadas aos impactos gerados pela interação da pele com o meio ambiente, principalmente a exposição excessiva ao sol, causam perda de colágeno e degeneração tecidual, fatores que aceleram o envelhecimento cutâneo.

O envelhecimento cutâneo (ou envelhecimento da pele) fica mais evidente com o aparecimento de marcas de expressão, popularmente conhecidas como rugas. Com o passar do tempo, principalmente entre os 40 e 60 anos, as rugas ficam mais expressivas e por isso existe a necessidade de intervenção médica através de procedimentos dermatológicos e estéticos que auxiliam na recuperação da saúde da pele.

Fios de bioestímulo de colágeno ou de tração, terapias de estruturação facial associadas ao uso de ácido hialurônico, ultrassom e radiofrequência são alguns dos protocolos mais atuais para o rejuvenescimento da pele, usados, inclusive, por personalidades da mídia. Vale ressaltar que cada tratamento age em uma característica específica da pele e apenas especialistas podem determinar associações entre as técnicas e o tempo ideal.

O acompanhamento contínuo pelo dermatologista é determinante para o resultado do tratamento. Com a chegada dos 60 anos, por exemplo, o tratamento deve ser feito em intervalos mais curtos e intensos. “Além da associação de técnicas, é necessário o encurtamento do tempo entre as visitas ao dermatologista. Uma paciente de 60 anos possui um balanço negativo muito grande nesse período devido à perda constante de colágeno e se o tratamento tem intervalos muito grandes, é como se a gente sempre estivesse partindo do zero”, detalhou.

A dermatologista reforça que para uma pele bonita e saudável é necessário um cuidado integrado, é preciso que o paciente tenha qualidade de vida desde a saúde mental até a física. “Essa saúde, esse bem-estar, tem relação direta com a saúde de forma global, é preciso ter uma boa dieta, se manter no peso, praticar exercícios. Tudo isso reflete na beleza e na saúde da nossa pele”, finalizou.

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