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Brasileiro preso após tentar matar vice-presidente da Argentina nasceu em São Paulo, vivia no país há anos e já tinha sido advertido por uso de arma

Atentado aconteceu na noite desta quinta-feira (1º), na porta do prédio onde Cristina Kirchner mora, em Bueno Aires

Alan Oliveira • 01/09/2022 às 23:55 • Atualizada em 02/09/2022 às 19:43 - há XX semanas

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					Brasileiro preso após tentar matar vice-presidente da Argentina nasceu em São Paulo, vivia no país há anos e já tinha sido advertido por uso de arma
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O brasileiro que foi preso após tentar matar a vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, na noite desta quinta-feira (1º), nasceu em São Paulo, porém tem pais estrangeiros. Ele morava na Argentina há anos e atuava como motorista por aplicativo em Buenos Aires, cidade onde aconteceu o atentado. A informação foi divulgada pelo ministro de Segurança do país, Aníbal Fernández.

De acordo com os dados, o suspeito foi identificado como Fernando Andrés Sabag Montiel, de 35 anos. O homem já tinha sido advertido por porte ilegal de arma perto da onde mora, no bairro de La Paternal, também na capital argentina. Na ocasião, conforme as informações divulgadas pelas autoridades locais, ele afirmou que a pistola era para defesa pessoal.

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Ainda não se sabe qual foi a motivação para a tentativa de assassinato de Cristina Kirchner. A arma usada no crime, uma Bersa calibre 32, foi apreendida pela polícia no momento da prisão do suspeito. Vídeos gravados por pessoas que estavam no local do ataque mostram o momento em que o homem tentou atirar na vítima e a arma falhou.

O ataque aconteceu na porta do prédio onde Cristina mora. Nas imagens, dá para ver o momento em que o homem aponta a arma calibre 32 na cabeça da vítima e tenta disparar, mas não consegue. Nos vídeos, ainda é possível ver o momento em que a Polícia Federal argentina, que estava cuidando da segurança de Cristina, deteve o homem. Assista ao vídeo abaixo

Segundo o jornalista Ariel Palácios, da GloboNews, o brasileiro suspeito do crime circulava no meio do grupo de militantes. Pouco antes do atentado, as pessoas ao redor perceberam a movimentação estranha.

Cristina conta com uma equipe de segurança de 100 policiais federais que, segundo Palacios, é o maior esquema de segurança de toda a História argentina.

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