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Fumar maconha na adolescência aumenta chances de doença mental

A pesquisa foi feita com mais de 50 mil homens pelo Instituto Karolinska, uma das maiores universidades da Europa

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15/09/2014 às 15:43 • Atualizada em 28/08/2022 às 18:58 - há XX semanas
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Uma pesquisa feita com mais de 50 mil homens, pelo Instituto Karolinska, uma das maiores universidades da Europa, revelou que o uso frequente da maconha, ainda na adolescência, pode influenciar a incapacidade ou problemas na velhice. Por sua vez, os estudos afirmaram que não ficou claro se o uso pode abrir o caminho para outras substâncias mais pesadas, ou se, nos casos que foram estudados, existe uma sinal precoce de fatores psiquiátricos ou sociais que contribuíram com a deficiência mais tarde. De acordo com a interpretação de Anna-Karin Danielsson, que faz parte do instituto, os homens que usaram maconha mais de 50 vezes antes dos 18 anos, eram 30% mais propensos a sofrerem uma deficiência mental em alguma fase da vida entre 40 e 59 anos.
homens que usaram maconha mais de 50 vezes antes dos 18 anos, eram 30% mais propensos a sofrerem uma deficiência mental em alguma fase da vida entre 40 e 59 anos
Por sua vez, os especialistas ajustaram a pesquisa para outros fatores, incluindo o nível socioeconômico, consumo de outras substâncias aos 18 anos, diagnósticos psiquiátricos e outros problemas de saúde. Ainda segundo a pesquisadora, fumar maconha em uma idade jovem pode aumentar o risco de consequências sociais negativas. "Acredita-se que o uso de maconha na adolescência possa levar a uma série de eventos negativos na vida, como por exemplo, uso posterior de drogas ilícitas, doenças (por exemplo, dependência) e problemas de invalidez associados", afirmou.

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