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Mãe e filha vítimas da chacina em Jequié são enterradas

Além delas, outra pessoa morta no ataque também teve o corpo sepultado na manhã desta sexta. Mais três serão à tarde

Redação iBahia • 06/10/2023 às 13:14 - há XX semanas

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As vítimas da chacina de Jequié que tiveram os corpos liberados pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), na manhã desta sexta-feira (6), foram enterradas na mesma cidade onde aconteceu o crime, no sudoeste da Bahia. A informação foi confirmada à TV Sudoeste por familiares.


				
					Mãe e filha vítimas da chacina em Jequié são enterradas
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Os corpos da mulher grávida, da filha e do avô dela foram sepultados no Cemitério São Sebastião. A cerimônia reuniu familiares e amigos das vítimas, ainda pela manhã.

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Os outros três corpos foram encaminhados para a cidade de Presidente Tancredo Neves, a cerca de 250 km de Jequié. São eles a sogra, o cunhado da mulher, além de uma outra pessoa, que também seria da família do marido dela.

Iomar Barreto Cabral, de 22 anos, foi encontrado morto, na terça-feira (3), dois dias antes da chacina, dentro de um carro na BR-116, em Rafael Jambeiro, a cerca de 200 km de Jequié. Ele era o pai da criança e do bebê que não chegou a nascer. Entenda a relação das vítimas abaixo:

  • Natiele Andrade de Cabral, de 22 anos (grávida de nove meses): esposa de Iomar e mãe de Laiane
  • Laiane Andrade Barreto, 5 anos: filha de Natiele e Iomar
  • Sulivan Cabral Barreto, de 35 anos: mãe de Iomar e de Elismar
  • Elismar Cabral Barreto, de 23 anos: irmão de Iomar e filho de Sulivan
  • Lindinoval de Almeida Cabral, de 66 anos: avô de Natiele e bisavô de Laiane
  • Maiane Cabral Gomes, de 45 anos: ainda não se sabe ao certo a relação de Maiane com as outras vítimas, mas a polícia acredita que ela era irmã de Sulivan

O caso, que aconteceu na quinta-feira (5) segue sob investigação, e, até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso. Os dois crimes podem ter relação. Também nesta sexta, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, informou que determinou "agilidade e firmeza" nas apurações do crime.

"Não vamos descartar nenhuma hipótese. Estamos, inclusive, ouvindo pessoas da família para que nos informem se houve fatos anteriores ao crime que podem ajudar na resolução desse fato. Pois tratava-se de uma família de ciganos, pessoas da mesma família, entre elas avô, nora, sogra, genro", pontuou o delegado.

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