Cobra é resgatada em carro e jacaré em concessionária após chuva


Foto: Divulgação

Duas cobras, um jacaré e um mico do tufo branco foram resgatados pelo Grupo Especial de Proteção Ambiental (Gepa), da Guarda Civil Municipal (GCM), nesta sexta-feira (22), em Salvador. De acordo com a Guarda Municipal, os animais foram encontrados após deixarem seus habitat naturais por causa da chuva que atinge a cidade desde o último fim de semana. 

Uma das cobras, uma jiboia, foi localizada no bairro de Stella Maris. O animal estava enrolado na caixa de energia de um imóvel. Já o mico foi encontrado no Bairro da Paz, no entanto, o ponto exato onde ele foi resgatado não foi divulgado.

A outra cobra, também da espécie jibóia, foi encontrada dentro do capô de um veículo, entre o motor e a caixa de marcha, em uma loja, na Avenida Bonocô. 

Segundo a Guarda Municipal, o animal, que mede aproximadamente 2,5m e pesa cerca de 15kg, estava assustado e só foi localizado no momento em que o dono do carro abriu o capô.

Um vídeo feito no local mostra o resgate do animal. Por causa do tamanho, foram precisos dois guardas para conseguirem tirar a cobra do veículo. Veja as imagens abaixo 

Já o jacaré, que pertence à espécie anão, estava em uma concessionária de veículos, localizada na Avenida Paralela. A Guarda Civil informou que o animal tem aproximadamente 1m e 2kg. O resgate dele do local também foi filmado.

De acordo com a Guarda, os animais resgatados serão encaminhados para o Centro de Triagem para Animais Silvestres do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). 

Foto: Divulgação

Em nota, a Guarda Civil recomendou que, caso um animal silvestre seja avistada, o órgão deve ser acionado por meio do telefone 3202-5312.

Balanço e atuação 

Em 2021, o Gepa/GCM resgatou cerca mais de 900 animais silvestres e, após avaliação realizada por instituições ambientais, todos foram soltos na natureza. 

O efetivo do grupo é formado por 50 agentes ambientais, que também atuam na captura e resgate de animais domésticos em situação de vulnerabilidade e maus tratos, na educação ambiental de estudantes de escolas públicas e privadas com idade entre 3 e 12 anos, no combate à poluição sonora e visual, bem como colabora com o fornecimento de dados sobre animais silvestres com centros de pesquisa especializados no tema.

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