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BAHIA

Novo terremoto atinge cidades do Recôncavo nesta segunda

População relatou paredes de casas e igrejas rachadas

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Redação iBahia

31/08/2020 às 10:45 • Atualizada em 28/08/2022 às 7:16 - há XX semanas
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Um novo terremoto, com com magnitude de 3,5 na escala Richter, atingiu cidades do recôncavo baiano na madrugada desta segunda-feira (31). As informações são do G1 Bahia.

Os tremores foram sentidos nas cidades de Amargosa, Elísio Medrado e Brejões. Moradores destes municípios já tinha feitos relatos do terremoto na manhã e na noite deste domingo (30).

Ao G1, a prefeitura de Amargosa relatou que pelo menos seis casas uma igreja na cidade apresentaram rachaduras. Os tremores também na zona rural do município.

O secretário de Infraestrutura de Amargosa, Aedson Borges, explicou ao G1 qu os principais danos foram sentidos no distrito de Corta Mão, uma zona rural localizada entre as cidades de Amargosa e São Miguel das Matas.

"Ontem [domingo, 30] pela manhã, nós recebemos através dos nossos números de contato, informações de que houve danos no distrito aqui de Corta Mão, na zona rural. Nós dirigimos nossa equipe para lá, a equipe de infraestrutura, e quando o pessoal chegou lá constatou seis casas com rachaduras e algumas fissuras, e também a igreja com algumas fissuras, mas nada muito impactante. Segundo o relatório já apresentado pelo engenheiro, não há nenhum risco de desabamento até o momento. Também não há, até o momento, notícias de vítimas, graças a Deus", disse Aedeson ao G1.

Ele disse ainda que esta não é a primeira vez que terremotos são registrados na cidade, já que o recôncavo baiano fica em cima de uma região sísmica.

"Amargosa fica em cima de algumas placas [tectônicas] e essas placas de vez em quando se acomodam. Quando elas se acomodam, elas causam esse tremor. A gente já teve esse relato algumas outras vezes, mas nenhuma tão impactante quanto a do domingo, às 7h45. Mas a gente tem relatos de anos anteriores. Segundo o Instituto de Sismologia e os técnicos da Universidade [Federal] do Rio Grande do Norte, pode voltar [a tremer] e pode durar algumas semanas, inclusive, por causa da acomodação da terra, pontuou o secretário.

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