O ator Daniel Rangel, que interpreta o bancário Manoel na novela das seis "A Nobreza do Amor", enfrenta o desafio de construir um personagem marcado por profundas dualidades. Na ficção, o jovem tenta projetar uma postura de firmeza e estabilidade, mas lida com a forte opressão exercida por seu pai, o delegado Fortunato (César Ferrario).
A interferência familiar constante faz com que o rapaz adote atitudes severas que entram em total contradição com seus desejos mais íntimos.
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O reflexo desse conflito interno ficou evidente após o primeiro beijo do rapaz em Ana Maria (Julia Lemos). Apesar de estar caidinho pela moça, o funcionário do banco acabou se afastando e tratando a jovem com desdém, influenciado pelo medo das piadas e do julgamento do patriarca.
Daniel detalha que o personagem raramente consegue ser transparente, fraquejando em bancar o romance sempre que retorna ao convívio tóxico do pai e do melhor amigo, o vilão Mirinho (Nicolas Prattes).
Após resistir aos próprios impulsos, Manoel tomará coragem para selar a paz com um novo beijo apaixonado na jovem, prometendo deixar os medos de lado para pedi-la oficialmente em namoro.
O artista adianta que essa mudança de postura acontece após a dupla enfrentar um momento de grande dificuldade nos bastidores e encontrar conforto mútuo.
A reconciliação também ganhará um empurrãozinho estético e de autoestima, já que o bancário ficará completamente deslumbrado ao assistir à amada brilhando nas passarelas.
Ana Maria aceitará o convite para desfilar as coleções do ateliê Flor de Seda, comandado por Alika (Duda Santos), surgindo na tela com uma postura muito mais empoderada.
Assista ao "De Hoje a Oito", podcast de entretenimento do Ibahia:
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