A expectativa das crianças em relação ao presente que ganharão no dia 12 de outubro é sempre grande. O mesmo acontece com os pais, que gostam de presentear os filhos e ficam satisfeitos com a alegria dos pequenos. No entanto, a empolgação de vê-los felizes pode acabar levando os adultos à impulsividade, gastando mais do que podem na hora de comprar o presente.
Por isso, é preciso entender que, embora os pais queiram fazer a vontade dos filhos, é preciso respeitar o padrão financeiro da família, para que orçamento familiar não seja comprometido. A dica do educador financeiro Reinaldo Domingos é fazer uma reunião com as crianças para que todos decidam juntos qual presente tem um preço que cabe no bolso. "A melhor opção sempre é ser sincero com as criança. Elas precisam entender que nem sempre poderão ter tudo o que querem e também que o dinheiro tem seu valor, por isso, é preciso respeitá-lo", explica o especialista.
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Antes de realizar a compra, é necessário pesquisar preços em diferentes lojas e tentar negociar o valor da compra. Quem não conseguir pagar à vista, deve prever os gastos com antecedência e já colocar o valor das parcelas no orçamento dos meses seguinte. "Uma boa orientação é fazer um planejamento de despesas que envolvam datas comemorativas do ano todo. Assim, o valor a ser gasto já estará programado e não pegará ninguém de surpresa", orienta Domingos.
Se a condição financeira não permitir a compra de um presente, o ideal é ser sincero com a criança. "chame-a para conversar, explique a situação – claro, dependendo da idade – e veja a melhor forma de não deixar a data passar em branco", sugere o educador. Levar a criança para passear em locais públicos ou para fazer um lanche pode ser tão divertido quanto ter um brinquedo novo.
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