Robinho é preso pela Polícia Federal para cumprir pena por estupro
Ex-jogador vai cumprir pena de nove anos em regime fechado. Robinho foi condenado por estupro coletivo cometido em 2013

Robinho foi preso pela Polícia Federal em Santos, litoral de São Paulo, na noite desta quinta-feira (21). A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu cumprir a sentença expedida na Itália. Robinho foi julgado no país em última instância. Os advogados de defesa de Robinho chegaram a apresentar um habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas o pedido foi negado.

O ex-atleta da Seleção Brasileira foi condenado por um estupro coletivo contra uma albanesa, em 2013. Ele cometeu o crime de violência sexual em uma boate em Milão, norte da Itália. Robinho foi condenado na Itália em 2022.
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O próximo passo do ex-jogador de futebol será uma audiência de custódia. Logo em seguida, ele vai ser encaminhado para uma penitenciária. A Justiça ainda não divulgou qual a será a prisão de Robinho.
Entenda prisão de Robinho
Robinho foi condenado a 9 anos de prisão pela Justiça da Itália, por um crime de estupro ocorrido em 2013. Quando houve a decisão em última instância, em janeiro de 2022, Robinho já estava no Brasil. Como o país não extradita seus cidadãos, a Itália pediu o cumprimento da pena em território brasileiro.
Na sequência, os italianos acionaram o STJ para que a sentença fosse homologada para surtir efeitos no Brasil.
Este foi o pedido analisado pela Corte Especial do STJ. A Justiça brasileira não discute o mérito da ação italiana, a que condenou Robinho. O ex-jogador afirma que a relação foi consensual com a mulher e nega o estupro.

Robinho entregou seu passaporte ao STJ no ano passado e está proibido de deixar o país. O crime aconteceu em janeiro de 2013, na boate Sio Café, de Milão. Segundo a investigação, Robinho e mais cinco brasileiros teriam participado do ato. Além do jogador, outro brasileiro, Ricardo Falco, foi condenado aos mesmos nove anos de prisão.
Falco também é alvo de um pedido da Itália para cumprimento da pena no Brasil. O processo contra ele no STJ ainda não foi pautado para julgamento.
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