Dirigir o Peugeot 2008 Hybrid GT 2026 é uma experiência que equilibra o estilo europeu com a nova eficiência da eletrificação leve (MHEV). No Brasil, essa versão se destaca por adotar o motor T200 da Stellantis com auxílio elétrico, focando em economia urbana e suavidade.

Aqui estão os pontos principais da experiência ao volante:
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1. Dinâmica e performance

O sistema híbrido leve de 12V não move o carro sozinho, mas atua nos momentos de maior gasto de energia.
- Agilidade Urbana: o motor elétrico auxilia nas arrancadas e retomadas, preenchendo o "vazio" do turbo (lag). Isso torna a condução na cidade muito mais linear e ágil.
- Transmissão: o câmbio CVT de 7 marchas simuladas é focado no conforto. Para quem busca uma condução mais "viva", o Modo Sport altera o mapeamento para manter o giro mais alto, aproveitando os 130 cv e os 20,4 kgfm de torque.


2. Vida a bordo (i-Cockpit 3D)
A posição de dirigir continua sendo o "ame ou odeie" da Peugeot. Mas dá pra customizar.
- Ergonomia: o volante pequeno e baixo, com o painel de instrumentos visualizado por cima dele, dá uma sensação de "kart". Na versão GT, o painel é o 3D de última geração, que projeta informações importantes em primeiro plano.
- Conforto: a suspensão é bem calibrada para o asfalto brasileiro, sendo firme o suficiente para evitar balanços excessivos em curvas, mas macia o bastante para filtrar irregularidades.
Prós e contras da experiência

Pontos positivos:
- Consumo na cidade: a melhora chega a ser de até 10% em trechos urbanos congestionados.
- Tecnologia: o teto solar panorâmico (exclusivo da GT) e a central multimídia de 10,3" com espelhamento sem fio elevam o nível premium.
- Visual: o novo design com as "garras de leão" triplas no LED frontal é um dos mais modernos da categoria.
Ponto de Atenção:
- Espaço traseiro: O entre-eixos de 2,61m é honesto, mas adultos altos podem se sentir apertados atrás.
O Peugeot 2008 Hybrid GT 2026 é ideal para quem prioriza design e tecnologia e faz um uso majoritariamente urbano, onde o sistema híbrido realmente mostra seu valor.
O interior do Peugeot 2008 Hybrid GT 2026 é onde a marca francesa realmente tenta se distanciar dos concorrentes generalistas (como o VW Nivus ou o Fiat Fastback), apostando em uma atmosfera que beira o segmento premium.
Aqui estão os detalhes do acabamento e do arsenal tecnológico dessa versão:
Acabamento interno: o "luxo esportivo"

Diferente das versões de entrada, o GT foca em materiais mais nobres e detalhes visuais exclusivos:
- Painel "Carbon": o painel frontal possui um revestimento que imita fibra de carbono com toque macio (soft touch) em áreas críticas, evitando aquele excesso de plástico rígido.
- Costuras em verde GT: um dos grandes charmes é a costura contrastante na cor Adamite (verde limão) presente no painel, no volante e nos bancos.

- Bancos esportivos: os bancos mesclam material sintético premium e tecido de alta qualidade, oferecendo excelente apoio lateral para uma condução mais dinâmica.
- Iluminação ambiental: você pode personalizar a cor das luzes de LED que percorrem o painel e as portas, adaptando o clima da cabine ao seu humor ou modo de condução.

Ao comparar o Peugeot 2008 GT Hybrid 2026 com a versão equivalente movida apenas a combustão (o modelo 2025 ou as versões de entrada atuais), a diferença não está em uma "explosão" de economia, mas sim no refinamento e em benefícios fiscais que podem acelerar o retorno do investimento.
Aqui está o detalhamento dos custos e economias reais:

1. Comparativo de consumo (Inmetro)
O sistema híbrido leve (MHEV) atua principalmente no ciclo urbano. Na estrada, o motor elétrico raramente intervém, tornando o consumo idêntico ou até ligeiramente inferior devido ao peso extra da bateria.
Cidade (gasolina): o modelo híbrido é mais eficiente (13,0 - 13,7 km/l) contra a versão a combustão, entregando uma melhoria notável no "anda e para".
Estrada (gasolina): os consumos são muito próximos (13,7 km/l), com a versão a combustão podendo até ser ligeiramente mais econômica em velocidades constantes devido ao peso extra da bateria no híbrido.

Eficiência urbana: o sistema Hybrid leve (MHEV) auxilia o motor 1.0 turbo na inércia, reduzindo o esforço do motor a combustão e o consumo.
Start & Stop: o híbrido conta com sistema de desligamento do motor mais eficiente nas paradas, garantindo melhor desempenho em trânsito urbano intenso.
Etiquetagem (Inmetro): p 2008 Hybrid registra 9,0 km/l (etanol) e 13,0 km/l (gasolina) na cidade, e 9,6 km/l (etanol) e 13,7 km/l (gasolina) na estrada.
Nota: em condições reais de trânsito pesado (anda-e-para), a Peugeot afirma que a economia pode chegar a 10%, já que o motor elétrico auxilia o alternador e reduz o esforço do motor a combustão.
2. Custos de aquisição e revisão
A Peugeot adotou uma estratégia agressiva para o modelo 2026. Embora o preço de tabela do GT Hybrid seja maior, pacotes promocionais aproximam os valores.
- Preço de Tabela: o modelo Hybrid GT 2026 gira em torno de R$ 163.000 a R$ 180.000 (dependendo de promoções e bônus de troca), enquanto a versão Allure (só combustão) custa cerca de R$ 144.000.
- Revisões: a manutenção básica não muda drasticamente porque o motor principal é o mesmo T200. O custo total das revisões até 60.000 km é estimado em R$ 5.500.
- Dica: a Peugeot oferece pacotes FlexCare que podem incluir as 3 primeiras revisões por cerca de R$ 2.100, o que iguala o custo entre as versões.
3. Vantagens financeiras "invisíveis"
Dependendo de onde você mora, o Hybrid leva uma vantagem financeira direta que compensa o preço maior:
- IPVA: Em estados como o Paraná ou Rio de Janeiro, há descontos significativos ou isenção parcial para veículos híbridos. Em São Paulo, o carro fica isento do rodízio municipal, o que gera economia de tempo e evita multas. Na Bahia ainda não existe isenção para carros híbridos.
- Desempenho (0-100 km/h): Curiosamente, o Hybrid é mais rápido. Ele faz o 0 a 100 km/h em 8,6s (etanol), enquanto o modelo só a combustão leva cerca de 10,1s. Você paga mais, mas leva um carro visivelmente mais esperto.


Resumo: vale a pena?
- Sim, se: você mora em cidades com rodízio (SP), pode aproveitar descontos de IPVA no seu estado e busca o melhor nível de equipamentos (o i-Cockpit 3D e o teto panorâmico são exclusivos da GT Hybrid).
- Não, se: seu uso é 90% rodoviário. Nesse cenário, o sistema híbrido vira "peso morto" e o consumo pode ser até levemente maior que a versão puramente a combustão.

Preço sugerido nas concessionárias:
A partir de R$ 154.990,00
*Consulte condições.
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