Pedro Espíndola, ex-integrante do "BBB 26", foi indiciado pela Polícia Civil nesta sexta-feira (6), pelo crime de importunação sexual. Ele tentou beijar a participante Jordana sem consentimento na despensa das instalações da casa mais vigiada do Brasil.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá. A DEAM tem como base a análise técnica e pericial de todo o material do programa. Segundo a apuração, o vendedor ambulante ainda não foi localizado para ser ouvido.
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Pedro deu um depoimento no confessionário do programa após desistir do reality show. "Eu tava faz dias já querendo me segurar, pra não ficar olhando os outros, cobiçando os outros. As meninas, a Jordana principalmente, porque ela é muito parecida com a minha esposa. E daí hoje eu acabei caindo nisso, olhei pra ela, cobicei ela, desejei ela. E achei que ela tinha dado moral também, tinha sido recíproco, mas pelo que eu vi era só coisa da minha cabeça. Que ela falou 'vamos ali procurar um baby liss '(...). E daí a gente chegou na despensa e eu tentei beijar ela. Entendi errado, não era isso que ela queria", disse ele na gravação.
A defesa de Pedro reagiu com surpresa a notícia. “A defesa acredita que o Ministério Público não oferecerá denúncia e, caso ofereça, essa denúncia também nasce sem sustentação. A defesa técnica apresentará sua manifestação no momento oportuno, se necessário”, disse a advogada do ex-BBB, Niva Castro.

BBB 26: Pedro segue internado após quadro de agressividade; entenda
Pedro Espíndola segue internado em uma clínica psiquiátrica. O ex-participante deve cumprir cerca de 60 dias em um protocolo do Hospital San Julian.
De acordo com informações do portal Leo Dias, a defesa afirmou que o rapaz relatou que, apesar de estar em um ambiente controlado, apresentou um quadro de grande agitação e agressividade, além de alterações comportamentais, mesmo com o uso de medicação.

A advogada informou que o diagnóstico de transtorno bipolar já existia antes da participação no reality da Globo e que a interrupção do uso de cannabis acabou agravando o quadro.
O tratamento da clínica prevê internação por até 60 dias, sem previsão de alta. A defesa de Pedro revelou ainda que não teve contato presencial com ele até o momento.
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