Candidatos ao governo da Bahia dizem o que pensam sobre combate à pobreza em série do g1


Candidatos ao governo da Bahia
Arte: iBahia

Segundo informações do CadÚnico, divulgadas no começo deste ano, a Bahia tem mais de 5,7 milhões de pessoas cadastradas em situação de extrema pobreza e mais 600 mil em situação de pobreza.

Combate à pobreza é o tema do terceiro episódio da série “O que pensam os candidatos”, do g1, divulgado nesta quarta-feira (10). Na quinta (11), os candidatos falarão sobre propostas contra o analfabetismo. Por fim, na sexta (12), o tema é desemprego. Anteriormente, os temas combate à violência e combate à violência contra a mulher foram abordados.

Jerônimo Rodrigues (PT)

Jerônimo Rodrigues diz que tem se dedicado à causa da segurança alimentar e da agricultura familiar. Ele destaca ações feitas pelo governo do estado para minimizar a situação da fome no estado. “Meu governo terá uma forte marca de inclusão social. Vou colocar o pobre no orçamento. Vamos oferecer oportunidade aos que mais precisam trabalhando em parceria com o governo federal. Só é possível enfrentar a fome e a pobreza com emprego decente e distribuição de renda”.

João Roma (PL)

João Roma diz que a situação da Bahia é agravada pelo fato do estado ser um dos que mais cobram impostos. Ele destaca ações feitas pelo governo federal para minimizar a situação da fome e promete a criação de um programa local de assistência. “Vamos criar o Auxílio Bahia para que seja ainda um complemento de transferência de renda que cada uma dessas famílias necessitadas recebam mais esse complemento e melhorem de vida, retomando seu protagonismo na sociedade, e tendo mais qualidade para os seus filhos”.

Kleber Rosa (PSOL)

Kleber Rosa diz que seu governo pretende tirar o povo baiano da condição de miséria e faz críticas à gestão do governo federal, a quem aponta como responsável pelo aumento da fome. O candidato do PSOL diz que não se pode lidar com a miséria como se fosse parte da nossa humanidade. “Nós precisamos fazer e vamos fazer na Bahia a abolição que o Brasil nunca fez. É fundamental uma política de inclusão social e sobretudo de enfrentamento à fome”.

ACM Neto (União Brasil)

ACM Neto diz que a miséria, a pobreza e a desigualdade social são os maiores problemas da Bahia. Segundo ele, haverá apresentação de propostas de políticas sociais relacionadas à educação e com geração de emprego e renda. “De um lado programa social, apoio às famílias mais pobres e foco na educação. Do outro lado, emprego, oportunidade de renda e retomada do crescimento econômico em nosso estado”.

Giovani Damico (PCB)

Giovani Damico diz que a fome “é um problema estruturante em nosso estado” e propõe a criação de um salário mínimo estadual, que seria, inicialmente, de R$ 3 mil, buscando equiparação ao salário mínimo previsto pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que atualmente é de R$ 6.527,67. “A questão da desigualdade social em nosso estado precisa de uma reforma que consiga dar conta de uma mudança nesse padrão. Para isso temos uma proposta que é a instauração do salário mínimo Bahia”.

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