Candidatos ao governo da Bahia dizem o que pensam sobre combate ao desemprego em série do g1


Candidatos ao governo da Bahia
Arte: iBahia

A taxa de desemprego na Bahia foi a maior do Brasil no 2º trimestre, em comparação com os três primeiros do ano, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (120 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O combate ao desemprego é o tema do quinto e último episódio da série “O que pensam os candidatos”, do g1, divulgado nesta sexta-feira (12).

Nos episódios anteriores, os temas foram:

Confira o que pensam os candidatos ao governo da Bahia sobre analfabetismo:

Kleber Rosa (PSOL)

Kleber Rosa diz que os números de desemprego refletem os índices de vulnerabilidade social no estado. “Estamos apresentando duas propostas, uma que visa gerar emprego de forma objetiva que é estabelecer uma política baiana de valorização do salário mínimo em 20% acima do salário mínimo nacional ao final dos 4 anos de governo. Com isso, o trabalhador passa a ter poder aquisitivo maior, impulsiona a economia, gera mais empregos e isso incide sobre os índices de desemprego”.

ACM Neto (União Brasil)

ACM Neto diz que a geração de empregos deve partir de uma mudança na matriz econômica da Bahia, com planejamento estratégico para cada região do estado. “A ideia é ter um olhar especifico para cada região e ter um plano de investimentos trazendo industrias, novos negócios, trazendo empresários de volta para Bahia com segurança jurídica, um bom ambiente para investimentos e o estímulo do poder público para que os empregos voltem a nosso estado”.

Giovani Damico (PCB)

Giovani Damico diz que para reverter os índices, o trabalho deve ser pensando como um direito e ser garantia por parte do estado. Ele fala sobre a implementação de uma política de empresas estaduais com industrias estratégicas. “Uma reforma agrária é um primeiro passo fundamental associado com a criação de cooperativas do interior do estado que se associem com as universidades estaduais a partir de uma política de pesquisa e desenvolvimento integradas com o campo e a cidade.”

Jerônimo Rodrigues (PT)

Jerônimo Rodrigues diz que os dados desemprego no estado são influenciados pelas altas taxas de Salvador e destaca os índices de criação de emprego na Bahia nos últimos quatro anos. “Temos o compromisso de buscar uma indústria para substituir a Ford, assim como irei ampliar investimentos em agricultura, turismo, cultura, indústria, comercio e tecnologia da informação. Qualquer projeto pensado terá como compromisso reduzir a informalidade, a pobreza e a desigualdade”.

João Roma (PL)

João Roma faz criticais à gestão do governo do estado e diz que a Bahia tem perdido posições na economia por conta de políticas de cobrança de impostos. “A Bahia tem muitas potencialidades e muitas vocações. Queremos sim, chegando no governo, diminuir os impostos para atrair investimentos para gerar emprego e renda para o nosso povo. Essa é a forma de dar dignidade ao cidadão baiano”.

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