Anitta revela que foi diagnosticada com vírus que pode causar esclerose múltipla


Foto: Reprodução/ Instagram

Anitta revelou que foi diagnosticada com o vítus Epstein-Barr, mais conhecido como a “doença do beijo”, que pode causar complicações como esclerose múltipla. Durante uma coletiva de imprensa neste sábado (3), a dona do hit Envolver contou que já realizou um tratamento que impediu que a doença se tornasse algo pior ou letal.

A cantora vai lançar o documentário “EU”, ao lado da atriz Ludmila Dayer, coincidentemente, a artista possui esclerose lateral amiotrófica (ELA) e foi fundamental para que Anitta se tratasse com rapidez e urgência. Anitta contou com ajuda médicas e também da xamã Max Tovar.

“Tive uma notícia terrível e grudei nela. Se hoje eu estou aqui com vocês falando, caminhando, respirando é por conta do quanto ela me ajudou. Eu vi o quanto eu não estava bem nada. Embarquei nisso e descobri que a gente jamais cria alguma doença se a gente está bem. E quando entrei nesse processo vi que é um caminho que não tem volta. Mudou ainda vida pra sempre”, disse a carioca de Honório Gurgel.

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Eu tinha acabado de fazer uma cirurgia (de endometriose), achei que meu problema era aquele, que estava ótima”, disse Anitta. “Eu sabia que era o vírus que eu tinha só de ouvir ela falando. Parece que a gente cria uma extra sensibilidade. Você fica antenado de uma maneira diferente”, pontuou Ludmilla.

“A gente passou por uma fase que, assim como ela, eu não estava conseguindo ir para o segundo andar da casa e ontem [em um show que ela realizou] eu dancei e cantei. Por mais que a gente esteja falando de saúde física, eu atribuo tudo isso a saúde mental e conhecimento interior. Porque pra você conseguir sair desse estágio precisa estar muito bem interiormente”, completou Anitta.

O longa-metragem “EU” tem direção de Ludmila Dayer e Anitta como produtora. O documentário traz entrevistas com xamãs, neurocientistas e psicanalistas, abarcando um amplo espectro de conhecimento sobre existência, espiritualidade e ciência. “É um conjunto de ferramentas que me transformaram e me ajudaram a viver melhor. São linguagens diferentes, porém complementares. Cada um potencializa o trabalho do outro”, explica a diretora.

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